Cai não cai

Lá vai mais uma postagem  de brinquedo de quando nós, mães, éramos crianças… Na minha casa, o cai não cai sempre foi considerado um jogo perigoso, pois tinha varetas pontudas e bolas de gude… por isso ele ficava no alto do armário e só podíamos jogar com um adulto nos vigiando.

Por isso, quando finalmente ele entrava na roda, era a maior gritaria da molecada!!! Ainda me lembro da algazarra misturada ao barulho das bolinhas caindo na bandeja de plástico.

Daquela época pra cá algumas coisas mudaram: as bolinhas de gude foram substituídas por bolinhas de plástico e as varetas não são mais tão pontudas.O que não mudou foi a diversão desta brincadeira, caracteriza pela imprevisibilidade. Segundo o Bê, é um jogo cheio de armadinhas, daquelas que nunca sabemos como será a próxima etapa e passar a brincadeira toda seguindo a mesma estratégia é impossível.

Outra coisa que mudou enquanto estávamos na adolescência: agora existem várias versões para o jogo: na do Buzz Lightyear o compartimento de bolinhas simula um foguete. Também tem a adaptação do jogo vinda do filme Carros, dos Heróis da Marvel e do Cocoricó, entre outros.

Uma versão que merece destaque é a sustentável, feita com garrafa PET, tampinhas e palitos de churrasco, que eu encontrei no blog Amo muito meu planeta.

Robótica para crianças

Você já ouviu falar na Modelix Robotics? Esta é uma empresa que produz (nem tão) pequenas peças de robóticas e as vende em kits, especialmente para escolas que colocaram a robótica em sua grade curricular.

ImageAlém de ensinar sobre mecatrônica e informática, o “brinquedinho” é excelente para crianças curiosas, interessadas em robótica e engenhosas. Alguns de seus módulos, como o helicóptero e o parque de diversões, realizam movimentos, o que torna a brincadeira mais interessante e atrativa.

Porém não é assim tão simples. Os kits são cheios de pequenas porcas e parafusos e o esquema de montagem chega a ser confuso em algumas etapas. É fundamental a presença de um adulto (e que tenha muita paciência) para ajudar na montagem.

ImageNo nosso caso, o motorzinho que deveria movimentar as pás do helicóptero veio com defeito (não passa energia) e com isso nossa maquete não se movimenta. Tentei contato com a empresa, na busca de um motor novo, mas nunca tive retorno, o que é uma pena.

Fora esse inconveniente, o brinquedo é excelente e super indicado para pré-adolescentes e escolas.

A batalha da primeira bola de chiclete

Pois é. Batalha. Literalmente.

Várias gotículas de saliva saem velozmente pela boca, que está em forma de bico, com os dentes semi-serrados e a língua espiando no meio deles. Neste segundo, viajei mais de 20 anos no tempo e me vi em frente ao mesmo espelho, lutando arduamente para fazer uma borracha doce, que é tão mole e ao mesmo tempo tão dura, inflar sob a minha vontade.

Quanta dificuldade. E quanta alegria, palmas e vivas quando a coisa acontece!

Acredito que este seja um dos primeiros momentos da vida de qualquer criança onde é possível perceber que só a persistência nos fará encher aquela bolinha…

Vamos lá, um chiclete pra mim, outro pra ele. Nos acotovelamos em frente ao espelho, dividindo o espaço matematicamente.  Estico, puxo e sopro. Agora meu filho, é a sua vez!

Voltando…

O tempo voou e estamos atrasados…. incrivelmente atrasados, perigosamente atrasados, perdidamente atrasados… mas estamos de volta!!!

Atrasos, problemas, pequenas alterações de saúde e humor. Férias, viagens, volta às aulas… rotina. E novamente conseguimos nos encaixar nela.

Estamos de volta!!!!!!!

Giz e Água

Outra brincadeira que faz sucesso aqui em casa desde a época em que eu, minhas irmãs, primas e primos éramos crianças é desenhar nas paredes e depois jogar água, para as cores ficarem mais vivas.  Para isso, a água tem que ser borrifada sobre o desenho.

É uma ótima brincadeira para dias ensolarados e boas áreas externas com sombras frescas. Além disso, ela estimula a criatividade, ajuda a criança a treinar para as aulas de Artes na escola e contribui para que a criança libere o que tem em mente. E não se preocupe com a sujeira, uma passada de água e a parede estará limpa de novo. Mas quem de nós não gosta de colecionar os troféus do desenvolvimento de nossos filhos?

Disneyworld – Jogo do Reino Mágico

Quando eu era criança, a minha irmã ganhou da nossa avó o que eu considero um dos melhores brinquedos da nossa infância (embora nessa época eu já estivesse mais para adolescente do que para criança). Gostamos tanto do jogo que ele existe até hoje e o Bê também aproveita a brincadeira.

O Disneyworld – Jogo do Reino Mágico é um jogo de tabuleiro que reproduz seis ambientes do mais famoso parque da Disney: a Rua Principal, a Terra da Aventura, a Fronteira do Velho Oeste, a Terra da Fantasia, a terra do Mickey e a Terra do Amanhã. Durante a brincadeira, os participantes devem literalmente passear por todos os ambientes, usando os meios de transporte do Reino Mágico – o teleférico e o famoso trenzinho – para isso. Ganha quem tiver passado pelos seis ambientes em menos tempo.

Mas vencer é o que menos importa. A Grow conseguiu uma grande façanha com esse jogo, pouco comercializado e conhecido: transportar a imaginação da criança para dentro do parque. Sim, não há quem tenha brincado com ele sem ter ouvido as conversas dos piratas quando passou pelos Piratas no Caribe, ou não tenha sentido um friozinho na barriga na Big Thunder Mountain Railroad ou voado junto com o Dumbo.

Infelizmente o jogo não é mais fabricado pela Grow, e as poucas referências que encontrei sobre ele na net o classificam como um jogo raro. Por sua raridade, fotografei todos os detalhes do tabuleiro e das cartas, vejam só:

   

 

   

Ficou com vontade? Encontrei um exemplar à venda no site PlayToy, um site especializados em brinquedos “da nossa época”.  Corre lá!!!

Halloween do Hot Wheels

Que garoto não adora carrinhos e pistas Hot Wheels heim?

Hoje, em homenagem ao Halloween  vamos falar de algumas dessas pistas. Sim, a Mattel pensou nisso também e criou várias pistas que tornam a brincadeira assustadora para os carrinhos, com aranhas gigantes, cobras e tubarões tentando agarrá-los.

Uma delas é a Radical Queda Aracnídea, pista simples que tem apenas uma grande descida e no final um arco com uma big aranha pendurada, que fica balançando. O carrinho tem que passar por ela sem ficar barrado pela aranha.  Esse brinquedo é simples, mas faz a festa com o Bê , especialmente porque ele também tem a pista Spider Hotel, que simula um antigo hotel assombrado por grandes aranhas e em chamas.

Os carros, que são atirados por um lançador, devem “derrotar” as aranhas “apagar” o fogo e assim  salvar a construção.

Mas quem pensa que esta é uma tarefa simples está enganado. O hotel é cheio de passagens secretas onde as aranhas ficam escondidas e de onde “pulam” em cima dos carros durante as manobras.

Assustador? Segundo o Bê é muito mais divertido do que assustador. Dê de presente para meninos que gostam de aventuras e que não tem medo de aranhas (mesmo que de plástico).

E por último, não menos divertido e assustador, vem o Parque do Tubarão. Com esse nome já dá para imaginar o que espera pelos pobres carrinhos não é mesmo?

Nesta pista, o carro deve encarar uma boa subida e uma inclinada descida, cheia de curvas,  que o leva diretamente para a boca de tubarão. Ele deve passar por ela sem ser abocanhado.

Simples? Sim, se não fosse o fato de que o tubarão esbraveja, solta risadas maquiavélicas e fala frases como “Com medo?” ou “Adoro mastigar adesivos”, a cada movimento de ar próximo ao seu sensor, o que faz com que algumas vezes o brinquedo fale mesmo fora da brincadeira – e nos assuste em horários inapropriados, como durante a madrugada, quando você acorda para assaltar a geladeira – isso sim é assustador!

Existem outras pistas que também são assustadoras, como as do mostro que tenta amassar os carros e a da cobra que tenta picá-los. E além das pitas, também há diversos brinquedos que abordam o tema, mas como este blog pretende falar apenas dos brinquedos que temos em casa, escolhemos esses três para nossa postagem de Halloween. E vocês, qual é o brinquedo mais assustador que tem em casa?